- Identifique seus pensamentos automáticos. Considere aquilo que você fala a si mesmo ao chegar ao escritório. A mensagem é positiva ou negativa? Ela tem algo familiar? Por exemplo, você olha para sua mesa e pensa: Não vou conseguir terminar tudo o que tenho para fazer hoje! A mensagem é clara? Você está alterando ou exagerando a situação?
- Identifique as armadilhas mentais que, comumente, cativam seus pensamentos automáticos.
| Armadilhas mentais | Quais são |
| Declarações do tipo "Eu devia" | Eu devia fazer isso. Eu preciso fazer aquilo. Você se motiva com os devias e depois se sente culpado. |
| Pensamento do tipo "É tudo ou nada" | Um só erro e vai ser um fracasso total. Você vê as coisas de forma extremista: preto ou branco, tudo bom ou tudo ruim. |
| Excesso de generalizações | Isso sempre acontece. Você determina um padrão de inevitabilidade a um evento que ocorre uma ou duas vezes. |
| Filtro mental | Esse tipo de erro acaba com tudo. Você vê apenas o lado negativo de um evento e ignora o lado positivo. |
| Rejeitando experiências positivas | A equipe elogiou meu trabalho apenas por educação. Você só aceita mensagens negativas. |
| Tirando conclusões precipitadas | Nosso departamento vai passar por uma reestruturação. Sei que vou ser demitido. Sem se preocupar em obter os fatos, você assume o pior. |
| Raciocínios emotivos | Acho que sou um perdedor; devo ser mesmo. Você supõe que seus sentimentos negativos representam a realidade. |
| Julgando a si mesmo | Sou um idiota e irresponsável por ter chegado atrasado para a reunião. Você faz um julgamento negativo de si próprio. |
| Personificando | A proposta foi rejeitada porque eu fazia parte da equipe. Você atribui causa e culpa a si mesmo indevidamente. |
- Desafiando as distorções ao conversar consigo mesmo.
| Armadilhas mentais | O que são |
| Declarações do tipo "Eu devia" | Use quero ao invés de devia. Permita-se alguma flexibilidade ao decidir o que você quer fazer. |
| Pensamento do tipo "É tudo ou nada" | Não faça julgamentos do tipo tudo ou nada. Leve em conta as probabilidades ou os percentuais (40% ou 75%). |
| Excesso de generalizações | Considere a evidência. Isso é sempre verdade, ou das cinco ocorrências passadas apenas duas foram confirmadas? |
| Filtro mental | Procure ver as coisas tanto do lado positivo quanto do negativo. Foque a solução do problema. |
| Rejeitando experiências positivas | Reconheça e aceite a realidade de experiências ou acontecimentos positivos. |
| Tirando conclusões precipitadas | Primeiro, obtenha os fatos. Verifique se a evidência apóia sua conclusão. |
| Raciocínios emotivos | Não se prenda só às suas emoções. Tente ver a si mesmo como os outros o vêem. |
| Julgando a si mesmo | Em vez de fazer uma descrição de si mesmo, descreva seu comportamento. Se você cometeu um erro, reconheça-o; evite o sentimento de culpa. |
| Personificando | Prove a si mesmo que você é responsável pela situação. Qual é a evidência? |
- Reformule o modo como você vê as coisas. Reformular é uma forma de transformar afirmações negativas de sua autoconvivência em algo positivo. Significa colocar o quadro ou a experiência em uma moldura diferente, de modo que você possa vê-la de outro ângulo. Considere o pior no caso de determinada situação. Por exemplo, o que dizer se você for realmente demitido depois de uma fusão de sua empresa. O que lhe aconteceria? Que novas oportunidades poderiam surgir com essa mudança? Em outras palavras, tanto quanto possível, analise a situação de diferentes pontos de vista. Uma situação aparentemente desastrosa pode abrir oportunidades impressionantes. O que pode parecer um erro terrível talvez seja uma grande oportunidade para uma nova aprendizagem.
- Reanime-se. Dê consolo e apoio a si mesmo. É necessário praticar a autoconvivência positiva e construtiva. No início, pode parecer um tanto incômodo, mas não desista. Diga a si mesmo que está bem, que vai conseguir o que quer e que merece aquele aumento. Conceda a si mesmo o crédito que lhe é devido. As alternativas positivas vão ganhar fôlego porque, de fato, fazem sentido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário